quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

porque sim, e porque não?

Decididamente estava na altura de começar um blog. A necessidade até podia não ser tanta assim, mas se podemos partilhar com o mundo todos os nossos gritos desesperados de atenção, porque não fazê-lo?
Não havia propósito concreto, admito que a ideia de um diário até interessa, mas o comodismo a que me habituei tornou-me egoísta ao ponto de não pegar numa caneta e escrever. Acredito, no entanto, que uma folha de papel ia adorar saber o que me vai na cabeça... Mas para quê viver com o peso na consciência de saber que uma árvore sofreu pela minha vã necessidade de descarregar? A pobre coitada não merece que lhe escrevam nas folhas aventuras e desventuras, filmes e bandas na berra, vontades e interesses. Acabo, assim, por concluir que, se calhar, este blog até nasce de uma atitude altamente altruísta para com a mãe natureza. (E não é o que fazemos todos, disfarçar os nossos egoísmos com desculpas socialmente aceitáveis? É pois e é assim que devemos continuar!)
Garantir que o que aqui vai aparecer é de temas bastante certos e concretos não consigo fazer, mas ao menos torno a internet um local mais aprazível com a minha escrita que muitos, vá... alguns!, gabam.
E se hoje em dia quem não tem um blog não é ninguém, eu hoje torno-me alguém!

-M

1 comentário:

  1. E como se costuma dizer, quem fala assim não é gado. Quem sabe, um escape para as frustrações do dia a dia. Há que começar por algum lado! Kepp going M.


    Carol

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